quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

Feliz Natal


quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

Mais um passo...

Acólitos


- Instituição no Ministério -


No próximo dia 24 de Janeiro de 2010 serão instituídos no Ministério dos Acólitos em ordem ao futuro Presbiterado (para virem a ser Padres) os nossos Seminaristas Maiores Gil e Nuno. A Celebração será presidida pelo nosso Venerando Bispo, o Senhor D. Antonino Dias, e acontecerá na Igreja Matriz de Vila de Rei pelas 16h00.


Na Igreja, e para servir a comunidade, existem ministérios. Para o serviço da Palavra, na comunidade, existe o ministério do Leitor. E, para o serviço da oração comunitária e da Eucaristia, existe o Acólito. Trata-se de dois serviços estáveis na comunidade eclesial e em nome da mesma comunidade. É uma missão que alguém recebe e é, sobretudo, um serviço em Igreja. O Leitor, como diz a própria Igreja, é instituído para a função, que lhe é própria, de ler a Palavra de Deus nas assembleias litúrgicas. Para poder desempenhar estas funções, cada vez com maior aptidão e perfeição, o que é instituído procura meditar com assiduidade a Sagrada Escritura e ser um íntimo da mesma Palavra.


O Acólito, por seu turno, é instituído para, com o Sacerdote, servir a Eucaristia. É da sua responsabilidade cuidar do serviço do altar, ajudar o sacerdote nas acções litúrgicas, especialmente na Eucaristia, distribuir a Sagrada Comunhão, expor publicamente o Santíssimo Sacramento à adoração dos cristãos. Profundamente ligado à Eucaristia ele será um íntimo conhecedor das razões da entrega de Jesus pela salvação do mundo de que fazemos memorial cada vez que celebramos a Eucaristia.


A liturgia da Instituição é simples. Após a Liturgia da Palavra faz-se a apresentação dos candidatos (Aproximem-se os que vão ser instituídos) e, depois, da homilia, há uma oração do Presidente da Celebração (o Bispo) sobre os que vão ser instituídos à qual se segue um gesto (a entrega da Palavra de Deus ao leitor e a entrega do pão ou do cálice ao Acólito).


Este é um momento em que nos é pedida oração pelo Gil e pelo Nuno para que o Senhor lhes dê a sentir a alegria de quem se entrega ao serviço de Deus e da Igreja de alma e coração completos. Vamos rezar por eles e para que muitos jovens, nomeadamente os que o Gil e o Nuno acompanham em Pré-Seminário, se entusiasmem com o chamamento inquietante de Deus e ousem responder-Lhe "Sim, Senhor, aqui estou para Te servir na Igreja"!


PUBLICADA POR ANO SACERDOTAL PORTALEGRE - CASTELO BRANCO

[http://ano-sacerdotal.blogspot.com/]

sábado, 12 de Dezembro de 2009

Em Advento... Esperando o Natal...

A cada dia que passa, aproximamo-nos do Natal!
O Advento é o tempo de preparação para a vinda do pequeno Jesus.
Celebrar o Natal é isto mesmo, é fazer memória do nascimento do nosso Deus.
Mas ainda não é Natal... por isso somos desafiado a uma preparação mais forte para a celebração deste mistério.

É importante a arrumação da casa, os planos de férias, os efeitos da época, os jantares e os doces, a árvore, as músicas ou mesmo o pai natal que todos os anos, fica pendurado no lado de fora da janela da casa. Tudo isso pode ser valorizado, mas todos eles, para uma mais perfeita preparação e celebração da natividade de Jesus, têm que ser entendido como caminho para o fim que é, novamente o digo, a celebração do Nascimento de Jesus.

Procura-se preparar o Natal de todos os modos e feitios, mas e a nossa relação com Deus, a nossa relação com os outros, como o preparamos?
Esses sim, devem ter uma atenção especial, são eles que “alargam” o nosso coração ao amor e tornam possível que nele se faça Natal.
É-nos desafiado nestes dias de Advento, a recolhermo-nos e a “arrumarmos” aquilo que vive em nós, que nos inquieta, que nos prende e não nos deixa ser livres para amar, para “fazer” Natal.

De que nos vale fazer grande festa na época natalícia, jantares e mesmo trocar lembranças, se não estamos bem com Deus e com aqueles que nos rodeiam?
Não são eles que dão sentido ao Natal? Na solidão poderá existir Natal?

Advento é tempo de espera! Não fiquemos eternamente à espera que as coisas só por si aconteçam, correndo o risco de se fazer festa nos coração daqueles que nos rodeiam, enquanto, fruto da (in)preparação em nós, continuamos eternamente à espera da chegada do pequeno Deus.
Ele nascerá nos corações autênticos, desejosos de se alegrarem com a Sua vinda. Aproveite-mos estes poucos dias que faltam para o Natal, e preparemos no nosso coração um lugar para o menino Jesus fazer morada.

sábado, 5 de Dezembro de 2009

Post de Coração "antigo"

Estes dias tenho pensado muito em alguém de quem normalmente pouco penso!
DE MIM!
Como fazer a leitura deste acontecimento?
Não sei e na verdade não me vou preocupar, apenas escrever.

Muitas coisas fiz e deixei de fazer...
Muitas coisas disse e deixei de dizer...
Muitas coisas pensei e não fiz ou disse...
Muitas terras conheci...
Muitos céus...
Muitas luas...

São estas muitas coisas que me fazem, que me constroem... estas muitas coisas, que me tornaram naquilo que hoje sou! Alguns olhos reconhecem-me como “gente boa”, outros o oposto e para outros a minha existência é indiferente! Na verdade assim é comigo e com milhares e milhares de outras pessoas que habitam o planeta Terra!

Mas pensava em mim...naquilo que os que me rodeiam desconhecem de mim... daquilo que eu mesmo desconheço de mim...daquilo que eu fiz e daquilo que eu faço...daquilo que eu disse e daquilo que eu digo...daquilo que eu pensei e daquilo que eu penso...das terras que eu conheci e da terra que conheço...dos céus que já contemplei e do céu que agora mesmo contemplo...das luas sob as quais recordei e da lua sob a qual procuro saber quem sou!

Hoje sorrio...mas já chorei!
Hoje sei para onde vou...mas já me senti perdido!
Hoje sei o meu lugar...mas já me senti deslocado!
Já caminhei só e hoje...

... tenho Deus comigo!

Com o cair da noite e com a lua subindo no céu procurando ver aquele que ama, lembrei de uma fase engraçada da minha vida! Se hoje fosse ontem, escreveria algo deste tipo:

Sinto-me só!
A cada passo que dou desconheço quem sou!
Existe uma dor que não se vê, mas que sinto cada vez mais forte...
Ela mesma que se faz presente, ela que me sufoca.
Quase que me sinto enforcado com tamanha presença.

Sou apenas mais um.
Nesta terra em que me sinto preso, de que não sou único.
Sou um ser como tantos outros...
Alguém com sentimentos escuros como a noite.
Presença nocturna, de deambula pelas ruas,
Que chora pelas tristezas que devoram os seus pensamentos.

Um aspecto melancólico, presença da noite sombria e fria,
Que procura e deseja sair da escuridão...presença que sabe-se diferente,
Mas que não tem ninguém que o ajude a lutar
Pela alegria da vida, pela verdadeira vida!

Quer mudar...
Retirar o branco do rosto, a lágrima que lhe cai...
Quer construi para não ser destruído pelas ilusões da vida.

Quer não ter medo...
Quer deixar de ser uma alma triste e solitária...
Quer tirar o traje de luto, mais não quer ser estranho fruto
De uma vida que pouco tem de sentido...
De um mundo onde a felicidade existe e é possível.

Parece que ainda estou para as curvas!
Tributo a… Gotick_Boy!
(Recordando aqueles tempos…)

sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Falsa Liberdade

Um pedaço de vidro que se quebra no chão!

Um alguém que se perde.

O tempo foge-lhe, e este o não mais consegue agarrar;

Perde-se-lhe entre os dedos como se de areia se tratasse.

Busca a uma liberdade... sente para ela caminhar.

Sente frio... quase já não se sente!

Percebe-se cada vez mais leve... mais liberto...

Os últimos momentos tornam-se uma eternidade;

Estes últimos que o fazem pensar.

Agora que se sente perder, irrompe em si o medo e a dúvida...

Estes levam-no à descrença dessa liberdade à qual se entrega.

O sentir da perda de si é cada vez mais forte.

Perde as imagens, as recordações, os sons...

Sente um total despojamento de si!

Sensível á dor que abandona o seu corpo, vê-se só!

Já não sente o frio... é muito pouco aquilo que sente!

No silêncio e no vazio do momento, questiona aquela liberdade...

...o seu preço.

Os seus últimos momentos são de reflexão.

Lembra a sua história...

Lembra aqueles que ama e que o amam.

Percebe então que começa a faltar o que lhe dá vida...

O sangue... este que perde,

Que rega a terra à qual deixará de pertencer.

Segue-se o abraço a uma liberdade na qual não mais acredita.

Perdeu a sua fé... sente-se cada vez mais só...abandonado!

No fim, apenas uma lágrima... é o que deixa àqueles que o rodeiam.

Uma pequena e simples lágrima é o seu testamento para o mundo...

Uma lágrima de dor e de tristeza pela sua fraqueza...

Uma lágrima de alguém que se entregou a uma...

Falsa liberdade!

"Autor desconhecido”

segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

...ainda hoje procuro Deus!

...ainda hoje procuro Deus!

Ainda hoje procuro encontrar forças para possuir uma fé inabalável!

Talvez eu seja como aquele apóstolo [Tomé] que precisava de ver para crer.

Talvez...

Mas a verdade é que por mais que uma vez a minha fé me ajudou a vencer obstáculos.

Três anos atrás, na minha única peregrinação a pé a Fátima, coloquei nas mãos de Nossa Senhora o desejo de deixar de fumar e pedi forças para conseguir terminar o caminho... Assim foi... na manha em que cheguei ao santuário fumei o meu ultimo cigarro.

Já passaram três anos... ainda hoje busco em Nossa Senhora forças para não voltar a cair no mesmo vício.

Se vive em mim uma fé abalável, conheço um rapaz que tem uma fé quase que

de rocha. Fortíssima, atrevo-me a dizer...

Alguém que há uns anos atrás Encontrou Deus e o abraçou sem dúvidas. O seu sorriso mudou, o seu olhar tem brilho diferente e na própria maneira de ser passou a ser diferente.

Costumamos ter as nossas discussões [saudáveis] sobre os nossas diferentes pontos de vista em relação à religião, à fé, etc... mas a verdade é que olho para ele com enorme admiração e com esperança que também eu um dia venha a Encontrar Deus e “ganhar” uma fé semelhante à sua... como este meu amigo...

A minha história... pequena como uma gota de água no oceano, mas aquela que tenho para contar...

Em mim, uma esperança renovada de também eu um dia ter aquele brilho no olhar como este meu amigo... um dia a minha fé também “será como uma rocha”

Nelson Delgado/Bemposta



domingo, 22 de Novembro de 2009

É como dizes: Sou Rei